quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

“Sê testemunha” – disse o Senhor, falemos sempre de Jesus, Sem temor”

                                                                          UMP 2009

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Paixão ou Amor




Escrito por Pr. Timofei Diacov   
ImageTemos notado ultimamente que as palavras vão perdendo o seu verdadeiro sentido. Por exemplo, louvor, adoração. Queremos nesta meditação falar sobre paixão e amor. Parece que está havendo confusão. São duas palavras distintas. Temos ouvido corinhos onde se usa a expressão, "Estou apaixonado por Cristo"; quando deveria ser, eu amo a Cristo, ou, estou amando Cristo. 
Já imaginaram como seria, se amor e paixão fossem sinônimos?  João 3:16 seria: "Porque Deus se apaixonou pelo mundo de tal maneira que enviou o Seu Filho...". Ou esta outra palavra: "Te apaixonarás pelo Senhor teu Deus de todo o teu coração... porque este é o primeiro e grande mandamento. E te apaixonarás pelo teu próximo como a ti mesmo". Como podemos perceber, ficaria muito complicado trocar o amor pela paixão.
Afinal que é paixão? É um sentimento violento, descontrolável e pode levar uma pessoa a cometer loucuras contra a pessoa por quem se sente paixão ou mesmo cometer suicídio; e a história registra muitos fatos assim; enquanto o apóstolo Paulo em I Corintios 13 nos dá características bem diferentes do amor em relação à paixão, dizendo que o amor é benigno, é paciente, tudo sofre, tudo espera, tudo suporta; o amor nunca falha. O amor é capaz de perdoar, enquanto que a paixão pode matar destruir etc., aliás, na Bíblia quando se faz referencia à paixão, se faz referindo-se aos sentimentos carnais. É uma palavra muito pouco usada na Bíblia. Temos que ser cuidadosos quando recebemos um corinho, produzido por alguém que desconhece os ensinos teológicos da Bíblia.
Temos a impressão de que esses grupos chamados, "Grupos de louvor", não examinam esses novos corinhos para verificar se neles existem heresias. Aliás, é dever do pastor que é o chefe do rebanho, fazer seleção desses novos corinhos que surgem por aí à esmo; e assim estaríamos evitando a entrada de tantas heresias que vem desvirtuando a mensagem bíblica. Bom seria se atentássemos para o que diz Paulo em I Corintios 11:19: "Até importa que haja entre vós heresias, para que os que são sinceros, se manifestem". Perdoem-me dizer que o pastor que não cuida o seu rebanho desses perigos, é um pastor relaxado, descuida e irresponsável. É pastor que permite a entrada de lobos devoradores que destroem o seu rebanho.
Além desta palavra paixão, temos esta outra, referindo-se ao Espírito Santo que diz: "E passeia no meio do teu povo". A função do Espírito não é passear, e sim agir, convencer, cuidar, abençoar etc. Atentemos para as palavras de Paulo em Atos 20;28:
Olhai pois por vós, e por todo o rebanho sobre que o Espírito Santo vos constituiu bispos, para apascentardes a igreja de Deus que Ele resgatou com Seu próprio sangue".
Deus quer que sejamos zelosos do bem e da verdade; mas zelosos com entendimento. Ele quer que saibamos discernir entre o trigo e o joio. Esperamos ter contribuído para corrigir e evitar esses males; ou pelo menos ter alertado aos amados irmãos da igreja do Senhor.

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Lifehouse's Everything Skit

Virada do ano.


Como de costume, estaremos no dia 31 de dezembro reunidos para o culto da passagem de ano. O culto terá início às 22 horas. Venha participar deste momento de gratidão ao nosso Deus por todas as bênçãos recebidas no ano de 2010 e também para rogar ao Senhor que nos dê um novo ano cheio de bênçãos e compromisso com o Seu Reino.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Amigo Secreto

Na próxima sexta - feira 31/12/10... Será revelado o Amigo Secreto O verdadeiro motivo da brincadeira, está em aproximar as pessoas, em criar um clima de descontração, lazer e divertimento, na confraternização que só ocorre uma vez por ano... 


Uma atitude sincera, um gesto de carinho ou uma palavra gentil muitas vezes podem valer muito mais do que um presente dado por acaso.




domingo, 26 de dezembro de 2010

O Bom Velhinho e o Redentor

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o-bom-velinho

Por:  Rev. Fernando de Almeida

Não gostaria que esse fosse mais um texto daqueles que reclama da presença do Papai Noel no Natal e, por tabela, deixa o verdadeiro aniversariante de lado. Por mais que concorde com isso, com o fato de que no Natal deveríamos lembrar do Redentor da raça humana, gostaria, entretanto, de entender o motivo pelo qual o “bom velhinho” é tão cativante.
Papai Noel é mais que uma lenda. Ele reflete o que há de mais real na espiritualidade contemporânea, pois nossos dias são marcados por uma espécie de hedonismo no qual a busca pela satisfação pessoal é o maior objetivo. O papel de Deus em uma sociedade assim é o de atender pedidos, como quem esfrega a lâmpada mágica esperando que dela brote algum gênio pronto a atender seus desejos. Se pararmos para pensar, a tradição consumista construída em torno do natal reflete exatamente esse tipo de pensamento; alguém que aparece do nada e supre seus desejos e atende seus sonhos. A realidade do Natal da Bíblia é outra; nela, Jesus é servido da adoração de todos aqueles por quem ele morreu. É verdade que Deus supre seus filhos, mas não em uma relação de consumo e sim em um relacionamento amoroso que envolve dependência por parte destes.
Há, portanto, um nível de comprometimento diferente no natal de Cristo. Aquele que o busca, compromete toda a sua vida nesse propósito. É uma verdadeira abdicação de governo pessoal considerando que os valores de Deus, manifestados em Jesus, são mais competentes para dar um direcionamento do que convicções pessoais empíricas. Já o bom velhinho está circunscrito ao mês de dezembro e se ele se atrever a sair daí, será considerado, no mínimo, inadequado. O fato de alguém se dizer cristão, mas procurar um relacionamento com Deus apenas em uma data específica do ano, não faz dessa pessoa um cristão verdadeiro. Repito: esse é o tipo de natal do bom velhinho e não o verdadeiro natal cristão.
O bom velhinho é preferido justamente porque ele é bom. Não que Jesus não seja, ao contrário, ele é na verdade o sumo bem. O problema está na definição humana disso, pois, na maioria das vezes, o bem e o bom são completamente alijados da justiça. O professor bom é o que passa todos os alunos; a pai bom é o que faz todas as vontades do filho sem, contudo, exercer qualquer disciplina; o chefe bom é o que oferece muito e cobra pouco. Papai Noel está sempre sorrindo e sua presença significa apenas presentes; nenhuma cobrança nem reprimenda. Não é a toa que a Bíblia diz: “Dificilmente haverá alguém que morra por um justo; pelo homem bom talvez alguém tenha coragem de morrer.” (Rm 5.7) Há uma predileção pelo “bom” em detrimento do Justo.
O nível de comprometimento requerido por Jesus àqueles que com ele querem se relacionar não o faz ser o mais simpático ao pecador. Aos olhos deste, o bom velhinho exerce um carisma muito maior mas, por outro lado, o presente que o ser humano realmente precisa não pode ser encontrado em seu trenó. “Eu lhes dou a vida eterna, e elas jamais perecerão; ninguém as poderá arrancar da minha mão.” – disse Jesus (Jo 10.28). Precisamos da vida eterna e, consequentemente, precisamos do Salvador.
O Natal, então, é época de refletirmos sobre nossa espiritualidade. Precisamos avaliar se não está justamente na fraqueza de nosso coração a razão pela qual o bom velhinho nos atrai tanto. Necessitamos reconhecer que só há motivos reais de comemoração para aqueles que festejam o nascimento do Redentor, o único capaz de trazer o maior de todos os presentes que é a Vida Eterna.
“Esta é a vida eterna: que te conheçam, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste.” (Jo 17:3)

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Breve Histórico da Mocidade Presbiteriana do Brasil
Em 1936 os jovens das centenas de Igrejas Presbiterianas do Brasil já estavam se organizando sob vários nomes, como por exemplo: Sociedade de Jovens, Sociedades Heróis da Fé, Sociedade Esforço Cristão etc. O Supremo Concílio então recomendou que os pastores dessem todo apoio para os jovens se organizassem em cada Igreja sob o nome de União da Mocidade Presbiteriana (UMP).
Em 1938 o Supremo Concílio, reunido em Fortaleza-CE, entendeu que os jovens presbiterianos careciam de maior carinho, cuidado e atenção por parte dos ministros (em âmbito nacional). Assim, criou a Secretaria Geral da Mocidade, nomeando para exercer o cargo o Rev. Benjamim Moraes.
Em 1946 as demais denominações evangélicas no Brasil já estavam se organizando em âmbito nacional. A partir de sólidas e animadoras informações do Secretário Geral, o Supremo Concílio reconheceu que estava no tempo de também os jovens presbiterianos terem a sua organização nacional. No Instituto Presbiteriano Álvaro Reis – INPAR, en fevereiro (1946), foi realizado o Primeiro Congresso Nacional da Mocidade Presbiteriana, e organizada a Confederação da Mocidade Presbiteriana (CMP), hoje com o nome de Confederação Nacional de Mocidade (CNM). O primeiro presidente da Confederação foi o jovem Tércio Epêneto Emerique, mais tarde ordenado pastor.
Em 1960, devido a dificuldades de relacionamento entre a Diretoria da Confederação e a direção da Igreja, a Comissão Executiva do Supremo Concílio resolveu extinguir a Confederação da Mocidade Presbiteriana e alterar a estrutura do trabalho dos jovens em âmbito nacional.
Vinte e seis anos a mocidade passou sem o seu órgão maior.
Finalmente, em 1986, sob a coordenação do Rev. Cleómines Anacleto de Figueiredo, então Secretário Geral, foi reorganizada a Confederação Nacional de Mocidade.
A cada quadriênio o trabalho vem crescendo de forma positiva e animadora, para honra e glória do Senhor.
Fonte: Manual Unificado das Sociedades Internas